Como e onde GOT7 te beijaria?

Engoli o seco e me afastei do mesmo, mais que merda eu fiz?! Eu fiz meu filho me chupar… Olhei para o chão de forma vazia, tudo bem que eu sou um lixo, uma merda de ser humano, mas desta vez eu admito que passei dos limites.  Olhei para YoungJae e me senti culpado, porque caralhos eu fui pensar em ensina-lo isso?! Agarrei meus cabelos e encarei o chão, eu preciso tirá-lo logo daqui, preciso que ele esqueça que eu o forcei  fazer isso, preciso que tudo isso seja apagado… Para sempre. 
Vesti-me e me ajoelhei a sua frente nervoso, eu sentia meu coração palpitar a cada vez que nossos olhos se encontravam, como pude fazer isso com uma coisa tão inocente?… Franzi o cenho e segurei seu rosto, desta vez selei seus lábios, e desta vez pela última vez, não vou me desculpar, afinal eu não devo desculpas a ninguém, mas eu realmente me senti culpado por isso, é claro, depois que a merda passa é óbvio que eu iria me sentir culpado, bufei e larguei sua boca, YoungJae me olhou confuso, belive me, i’m confused too my babe… abracei seu pescoço e com os olhos fechados com pura força eu engoli o seco novamente, se continuar assim vai fazer merda novamente Mark Tuan… Afastei-me de seu rosto e ainda segurando seu rosto eu decidi lhe dizer algo. 
— Você deveria esquecer isso… Pelo seu próprio bem…
Engoli o seco e me levantei, ele agarrou a minha mão e em seguida quando ele se levantou, ele me forçou a fechar sua calça e logo após saímos do banheiro, o levei de volta ao meu escritório e desta vez fiz o que deveria fazer, trabalhar. YoungJae pegou seu caderno de desenho e pintou o que queria, até eu resolver todos os meus problemas, e por falar em problema… Caralho… Ainda falta conversar com a MinYoung, suspirei profundamente e me levantei da cadeira. Mais com quem diabos eu deixo esse moleque? 
— YoungJae? 
— Hm?  — Perguntou se virando a minha direção e abriu o seu lindo sorriso. 
— Eu preciso resolver um probleminha que aconteceu lá embaixo… Não saia daqui, entendido? 
— Sim. Hyung.
— Muito bem, a senhorita Kang irá cuidar de você por enquanto, então não dê trabalho. Hm… Eu vou indo. Se eu não chegar a tempo, eu envio o motorista para te levar até em casa, Ah… Hm… É só. 
Sai da sala e caminhei rapidamente até Kang que estava parada, como sempre, uma inútil como ela é normal ficar completamente parada, só a mantenho aqui ainda porque ela obedece tudo o que digo e é tão estúpida que nem sabe o que realmente faço, ou seja, a cobaia perfeita. Caminhei a sua direção e bati quatro vezes em sua mesa, ela rapidamente parou de linchar as unhas e me olhou assustada. 
— Eu vou me resolver com Shin MinYoung, cuide do YoungJae até lá. Se alguém ligar diga que eu fui resolver um trabalho terapêutico e se perguntarem diga que eu tive um ataque, ta anotando? 
— A-Ah não senhor! 
— Então que merda você está esperando? Se eu for chegar tarde irei avisar com antecedência, um motorista virá buscar YoungJae e será sua responsabilidade o levar para o carro com segurança, se eu o ver com uma marca roxa no braço eu vou fazer vinte marcas no seu corpo. Então pense bem antes de ficar estressadinha com o que YoungJae fizer. Anotou?
— “Estressadinha com o que YoungJae fizer”… Prontinho!
— Muito bem Kang! 
— É Hwang… Senhor..
— Tudo bem, tudo bem… Kang. De qualquer forma estou indo.
Bati duas vezes novamente em sua mesa e sai sorridente, do jeito que essa é fofoqueira se eu saísse com a minha cara séria ela espalharia para todos que o chefinho ta estressado, segui em direção ao elevador e adentrei no mesmo, por sorte agora ninguém chega atrasado, claro, já são três horas da tarde quem teria essa fuckingideia de chegar atrasado as três da tarde?! Sai do elevador já em frente a saída do prédio e segui em frente, tinha que me arrumar para encontrar a megera, Shin MinYoung… O que essa desgraça veio fazer em Seoul novamente?… 
Peguei o primeiro táxi particular que chegou e pedi que me levassem para casa, demorou pouco tempo, graças aos deuses, quando cheguei em casa, ou melhor… no condomínio do sr. Im, porque se eu chamo ele de JaeBum é motivo para ele rodar a baiana e dizer que vai me demitir ou que vai me matar. Sai do carro e fui direto em direção a casa de JaeBum, bati uma, duas, cinco vezes na porta e ninguém atendia, tentei abrir a porta, mais infelizmente estava trancada, dei de ombros e preferi ignorar seja lá o que estivesse acontecendo nessa casa, provavelmente deve estar descontando a raiva em alguém e está querendo paz, algo que ele não conseguirá facilmente já que o chefe está morando com ele agora. E paz não é algo que ele terá a partir de agora.
Segui o caminho indo a minha casa, no meio do caminho encontrei a menina demônia brincando com o gigolô dela, não entendo porque ainda mantenho esses dois juntos… YuGyeom é alguém com tantos talentos e no meio de tudo e toda a sua fama ele escolhe seguir Areum. Isso não é decepcionante? 
Abri a porta de casa e pela minha infelicidade a desgraça estava lá, sentada junto ao nosso chefe, agora porque? É algo que realmente está me confundindo. Fechei a porta atrás de mim, e enfiei as mãos dentro do bolso. MinYoung estava me olhando com aquela típica cara de puta e eu estava apenas um tanto nervoso. Agora o chefe, estava de costas, parecia esconder algo. Bom. Sobre isso eu prefiro ficar quietinho e não comentar.
— Onde está YoungJae?  
— Bem longe de você, graças a deus, não é MinYoung-ah.  — Respondi sorridente.
— Infelizmente… Aff, adoro aquele menino. 
— Se realmente gostasse não teria largado ele.  — Disse sério.  — É uma pena que não pode mais recuperar sue filho. A adoção vê que ele é bem tratado. 
— Não é isso o que aconteceu hoje…  — Ela disse fazendo uma feição de desinteresse.  — Você trancado no banheiro com o MEU filho, sozinhos, ou melhor com você?! Eu duvido muito que nada tenha acontecido. 
— Mudando de assunto, que merda você veio me contar desta vez? 
— Sabe que eu pedi ao JaeBum um favor a ele, que ele traze-se uma pessoa pura e digna de me seguir, não é?  — Disse o chefe se virando a minha direção, eu fiquei surpreso ao ver seus cabelos curtos e loiros. 
— Sim…
— E ele trouxe…  — Complementou impaciente. 
— Não, não que eu saiba. Essa garota, ele trouxe para ele, não para você sr. Wang.  — Respondi com o cenho franzido. 
— É uma pena, porque eu me interessei naquela estrangeira… E eu a quero. 
— E o que eu tenho haver com isso?  — Perguntei confuso o olhando. 
— Jackson, quer que você mate o JaeBum, mate quem seja preciso para ele ficar com aquela coisa lá.  — Disse MinYoung bocejando preguiçosa. 
— Eu não entendo…  — Disse confuso.  — Jackson?! Mudou de nome de novo?! E outra como você quer que eu o mate? Olha, eu não vou fazer isso. E não vou deixar que um amigo meu morra por causa de uma menininha de sonhos destruídos.
Caminhei em direção a porta e a abri rapidamente, respirei fundo e os olhei furioso, não é possivel, ele some por décadas e aparece de novo querendo a garota de outra pessoa?! Isso realmente me deixa completamente puto. 
— Peço que se retirem da minha casa. E só voltem quando tiverem outra proposta.
— Pois bem, eu tenho uma!  — Disse sorridente caminhando a minha direção.  — Você sabe que o filho de MinYoung é outra pessoa na qual eu me interesso… 
— Isso eu sei desde que o adotei.  — Disse o olhando confuso.
— Então você terá que escolher quem irá morrer…  — Complementou ficando a minha frente.  — Ou é o JaeBum ou é YoungJae que deve morrer. A escolha é sua.  — Sorriu e deu dois tapas leves em minha face. 
É o que?!